A temporada inteira num só lugar: as oito lives na íntegra, os melhores momentos, o e-book, o workbook e os guias práticos para o líder e para o RH.
O e-book é para ler: o mapa da temporada, o manifesto e os quatro guias práticos, em 41 páginas. O workbook é para fazer: oito módulos e o seu Plano de Segunda-feira. Um e-mail leva os dois.
Ver o que tem dentro →41 páginas. Comece pelo mapa da temporada, na página 4.
Agora abra o workbook e preencha o seu Plano de Segunda-feira →
Cada episódio é uma conversa de ~30 minutos sobre um tema real da saúde mental no trabalho. Assista quando quiser.
O que o STF e a NR-1 mudam para as empresas — e por que a saúde mental deixou de ser tema de bem-estar para virar obrigação de gestão.
Os 4 E's — Enxergue, Escolha o espaço, Escute e Encaminhe. Um método simples para o líder abordar saúde mental com o time sem virar terapeuta.
O que o líder consegue enxergar antes do afastamento — os 3 sinais, os 3 P's e o que fazer com cada um sem virar terapeuta.
Como transformar o cuidado em cultura — e não no esforço de uma pessoa só. Os 4 casos, o estudo de Oxford e a chave tangível × intangível.
A fiscalização já começou. Saúde mental virou gestão de risco psicossocial — não programa, e sim gestão contínua e compartilhada, em 4 etapas e um plano de 90 dias.
Como o RH convence o board: as três contas que colocam bem-estar no resultado — absenteísmo, presenteísmo e rotatividade — e o piloto de 90 dias que prova o retorno.
Três histórias reais do chão da operação — onde a virada travou, o que mudou de fato e o que sobreviveu ao primeiro "não cabe na minha meta". Com o Diagnóstico de Maturidade NR-1 ao vivo.
O fecho da temporada: a costura das oito edições, os quatro sinais de que a mudança pegou — e os três de que ela vai morrer —, o manifesto da cultura humanizada e o que dá para fazer sem orçamento novo.
Trechos curtos das conversas, organizados por episódio — escolha a live e aperte o play.
▶"Plano aprovado não é virada. Virada é o que sobrevive ao primeiro 'não cabe na minha meta'" — a manchete da Live 7.
▶No pico de dezembro, virou afastamento por ansiedade em janeiro — e a regra de uma linha, sem custo de folha, que sobreviveu ao dezembro seguinte.
▶O custo já estava lançado no P&L da loja — só que na linha errada. A pergunta que todo CFO devia fazer: por que essa conta nunca chegou na minha mesa?
▶Um dono com nome e sobrenome, uma mudança real na organização do trabalho e o indicador na reunião que já existe. "Quem quer fazer tudo, muitas vezes não faz nada."
▶O Diagnóstico de Maturidade NR-1 apresentado ao vivo — 15 perguntas, 5 dimensões, índice de 0 a 100 na hora.
▶O projeto era bom — mas não chegou em linguagem de negócio.
▶NR-1: o que mudou de fato — e o que não mudou.
▶Afastamento, turnover e presenteísmo: a matemática do board.
▶Está presente, não entrega — e não aparece em nenhum relatório.
▶Como comprovar ROI sem inventar número.
▶Uma área, um número, um prazo — por onde o RH começa.
▶O valor que ninguém aplaude é o que mais pesa no resultado.
▶O que estava nela — e por que funcionou.
▶A NR-1 chegou e o RH travou — o caso da Patrícia.
▶O papel do RH: puxar a gestão compartilhada do risco psicossocial.
▶Os FRPRT e a metodologia do inventário — instrumento técnico, não clima.
▶46 mil trabalhadores: programa individual quase não muda nada.
▶Inventário, avaliação e plano de ação — as etapas do mapa.
▶Do susto ao plano: o checklist que dá direção ao RH.
▶Enxergar, decidir e mover — o mapa em 90 dias.
▶Transformar o mapa em número — a ponte para o board.
▶Marcos segurava o time inteiro sozinho — até cansar.
▶Oxford, 46 mil trabalhadores: o que muda é o desenho do trabalho.
▶No call center, a pausa de verdade vale mais que o aplicativo.
▶O problema não era o operador — era a dobra de turno.
▶O jeito certo e o jeito errado — na cena, não na teoria.
▶O que acontece quando o líder vê — e escolhe não agir.
▶Não fazer nada também é uma escolha — e ela tem preço.
▶Passos práticos para o cuidado virar sistema, não esforço de um.
▶O que o líder enxerga antes do afastamento.
▶O burnout nasce da organização, não da pessoa.
▶Padrão, pausa e prioridade: o que o líder observa.
▶As três dimensões — muito além do cansaço.
▶São as condições que adoecem — antes da pessoa.
▶Cultura é redesenhar o trabalho, não exigir resiliência.
▶Por que o time silencia — e como o líder abre a porta.
▶O recorde de 2025 no INSS que mudou a conversa.
▶“Precisa ser humano com método.”
▶É mudança de padrão, não diagnóstico.
▶Sem resolver, sem minimizar, sem prometer sigilo.
▶PAE / RH-SST e follow-up em uma semana.
▶A conversa que não pode esperar a crise.
▶Cinco minutos que evitam meses de afastamento.
▶Encaminhar é responsabilidade, não fraqueza.
▶95% dos líderes × 15% dos funcionários: a régua do cuidado.
▶O ritual simples que muda a relação líder–time.
▶Por que tratar isso como alívio pode ser um erro.
▶Saúde mental é pauta de resultado, não de benefício.
▶Sem ajuste estrutural, o programa vira paliativo.
▶Entender como as pessoas realmente trabalham.
▶O que o líder deve garantir para o time.
▶Como transformar diagnóstico em plano de ação.
Toda sexta, os dois lados da mesma mesa — gestão e cuidado, dados e escuta.
Executivo de RH e CHRO com passagens por Vale, Carrefour, Grupo Big e Walmart Brasil. Advisor de CEOs e conselhos em cultura, liderança e transformação.
Psicóloga do Trabalho, especialista em saúde mental e riscos psicossociais (NR-1), com atuação em cultura, DEI e formação de lideranças em multinacionais na América Latina.
Tudo o que a série produziu — organizado por quem você é na segunda-feira de manhã.
O que sobra de uma série não é o vídeo: é o que dá para usar na segunda-feira. O mapa da temporada, o manifesto e os quatro guias reeditados — os 4 E's do líder, o Guia do Líder, o checklist da NR-1 e o caso de negócio do bem-estar.
O e-book é para ler; este é para fazer. Oito módulos interativos, um por edição — e no fim o seu Plano de Segunda-feira: o que muda, quem é o dono, qual número e em que data. Abre no navegador, e o que você escreve fica salvo.
O essencial da conversa em texto, toda semana: o tema da live, os dados por trás dele e o que fazer com isso na segunda. +39 mil pessoas.
“O líder não precisa ser terapeuta. Precisa ser humano com método.”